Comer, beber e amar Mendoza

Por Alexandra Aranovich

,(post atualizado em janeiro de 2017  – atualizamos este post com dicas de Mendoza incluindo links e novidades ) A Joana Quintana é uma prima que adoro. Escreveu tão bem essas dicas de Mendoza que parecem tiradas de uma reportagem de revista. Pudera, ela é jornalista e, assim como eu, ama planejar e pesquisar cada detalhe de uma viagem. Obrigada Jô por essas dicas maravilhosas de Mendoza! Dá muita vontade de conhecer. É um destino surpreendente no oeste da Argentina. Situada no pé da Cordilheira dos Andes, a cidade atrai turistas do mundo todo, ávidos por conhecer de perto a produção dos melhores vinhos do País.

Caminhada para o Aconcagua

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Tudo em Mendoza está relacionado ao vinho, afinal, existem lá mais de 1.200 vinícolas, porém apenas 200 são abertas à visitação. Os atrativos da região, no entanto, não se limitam ao enoturismo. Mendoza oferece restaurantes refinadíssimos – não deixa nada a desejar para Buenos Aires e Punta del Este, no Uruguai . Oferece uma paisagem andina incrível, um clima super gostoso e, de quebra, propicia um passeio pela Cordilheira, com direito à observação do Aconcágua – o pico mais alto da América Latina.

Mirante do Aconcagua-1

Escolhemos a cidade como roteiro para a comemoração do Dia dos Namorados, num fim de semana prolongado – de quarta a domingo -, não é necessário mais do que isso para conhecer Mendoza. Em junho, a temperatura ainda não é insuportável, faz um frio agradável.

Nossa viagem começou às 4h30min da manhã no aeroporto de Porto Alegre, pois o avião saia ás 6h30min para Buenos Aires – parece mentira, mas não existe vôo direto de POA para Mendoza. Portanto, é preciso chegar em Buenos Aires, trocar de aeroporto e, então, fazer o vôo doméstico para a capital argentina do vinho. Esse trajeto todo pode tomar até 12 horas do seu dia.

Chegando em Mendoza

Assim, chegamos exaustos no hotel às 16 horas e saímos direto à procura de um lugar que nos foi muito bem indicado para fazer um almo-janta. Graças a Deus o hotel NH fica super bem localizado, numa área central da cidade , hotel próximo a Plaza Independecia, coração da cidade.

Já que estávamos no meio da tarde, aproveitamos para conferir um restaurante próximo do hotel e beber um bom vinho. Nosso pedido foi um mix de tapas: saladas, as tradicionais empanadas de carne, um pot-pourri de queijos, pão com presunto de parma e “montaditos de pollo” – torradas com frango desfiado assado. Tudo muito bom!

El 23 gran bar 4 - tapas

El 23 gran bar - vinho Esco
A caminhada de ida e volta foi um prazer à parte, já que a cidade conta com 52 praças e 3 parques e todas as ruas são cercadas de plátanos. Lindo mesmo! Realmente, o fim de semana dos namorados em Mendoza tinha começado com muito charme e já regado ao bom vinho.

Ruas arborizadas

Primeiro dia de Tour vinícolas 

No dia seguinte, com a programação inteiramente definida, nosso guia buscou-nos no hotel para dar início ao roteiro do vinho. Estava um dia ensolarado. Mendoza tem 330 dias de sol por ano –, um friozinho gostoso – cerca de 8 graus -, perfeito para a proposta! As “bodegas” (vinícolas) mendozinas ficam distribuídas entre quatro regiões distantes 15 ou 30 minutos da cidade. Nas primeiras voltas pela região de Lujan de Cuyo – ao sul de Mendoza -, as cores outonais da natureza despontaram e as alamedas de plátanos e de ciprestes amarelos pareciam um sonho.


Catena Zapata

A primeira bodega que conhecemos foi a Catena Zapata, que tem 70 anos de existência e está sendo administrada pela quarta geração da família.

Catena Zapatta - vinhedos

Catena - vinhedos e cordilh

A visão foi estonteante – em junho todos os vinhedos estão alaranjados. São kilômetros de vinhedos do lado direito e do lado esquerdo e no meio uma estrada que leva a um imponente prédio em forma de pirâmide. A sede da Catena é das mais luxuosas, toda construída com granito, mármore e outros materiais nobres. O préido propicia do alto uma vista impressionante dos vinhedos e da Cordilheira nevada que acompanha tudo lá do fundo.

A visita é curta, dura cerca de 1 hora, e é realizada em pequenos grupos. Depois de passar pelos barris e de aprender um pouco sobre a produção de vinho, o tour pela Catena chega ao fim na sala de degustação. Mas, pra degustar os excelentes vinhos da marca é preciso pagar um valor extra, além do que já se pagou pela visitação.

Zuccardi

Nossa próxima parada era pro almoço, seguido de visita à vinícola Zuccardi, a maior de todas, localizada na região de Maypú, a oeste de Mendoza. Um dos vinhos mais conhecidos da marca é o Santa Julia, comercializado no Brasil.


Zuccardi - vinhedos 2

Aqui tivemos outra grande surpresa, o restaurante da Zuccardi é muito gostoso e traduz todo o bom gosto do rústico-chique. Para chegar à casa é preciso atravessar os vinhedos, de carro ou à pé. Nós optamos por caminhar entre as uvas e prova-las em seus diferentes tipos.

Ao chegar no restaurante, uma lareira acesa recebe os clientes, e os ambientes destinados às refeições parecem pensados para que a gente se sinta na fazenda da família. Um charme singular que os argentinos têm em sua raiz. O cardápio era único e especial: empanadas de carne e creme de abóbora na entrada, carnes diversas e legumes feitos na parrilla e de sobremesa uma diferenciada combinação de marmelada e pêra. Claro, muito vinho (branco e tinto) para acompanhar.

Ah! Outro diferencial da família Zuccardi são os azeites produzidos ali, com diferentes aromas e colorações. Nossa!!! Que sabores!!! Todos estão à venda na saída.

Depois deste manjar, faltava conhecer a fábrica. Um guia extremamente atencioso nos deu uma verdadeira aula sobre vinhos, suas diferenças de cores, aromas, texturas, sabores, como degustar, como reconhecer a idade da bebida, etc.. Na Zuccardi a degustação é free, imaginem o quanto nós bebemos?! Muitas compras depois disso tudo, claro, vinhos e azeites…

Zuccardi - visita à fábrica

Jantar Azafran

O dia foi encerrado com chave de ouro em um jantar no Azafrán (Sarmiento, 765), restaurante badaladinho do centro da cidade.


Mais charme, mais vinho, óbvio… Aliás, o Azafrán tem uma mesa especial para refeições dentro da adega, mas é necessário reservar, pois a disputa pelo espaço é grande.


Importante: não esqueça nunca de fazer a reserva antecipada, em qualquer lugar que você escolher para jantar, pois a cidade costuma estar repleta de turistas. Basta pedir ao recepcionista do seu hotel, eles conhecem praticamente todos os restaurantes. Meu prato, modéstia a parte, foi o melhor da mesa: filé empanado com espinafre (envolto por aquela massa folhada fininha dos deuses), acompanhado de uma batata maravilhosa (não lembro como era feita).
E a sobremesa, um escândalo: trio de doce de leite!

Segundo dia de Tour vinícolas 

A agenda do terceiro dia incluía o Museu do Vinho, que fica dentro da bodega Ruttini, também chamada de “La Rural”, e a vinícola Luigi Bosca.

Ruttini

Conhecer o Museu da Ruttini foi interessante, muito mais pela história da produção da bebida do que pelo local em si. Mas valeu! Afinal, trata-se de uma das mais antigas indústrias de vinho de Mendoza, fundada em 1885. Um passeio que não precisa durar mais de 1 hora.

Museu do vinho 1


Museu do vinho 4

Luigi Bosca

Já a Luigi Bosca (localizada em Lujan de Cuyo) é um encanto. Fica numa daquelas alamedas cercadas de plátanos (amarelos/alaranjados), e sua sede inteiramente branca lembra uma mansão colonial. A marca é responsável, também, pela fabricação do conhecido Finca La Linda.

Luigi - sede

Luigi - vinho La Linda
Ainda era manhã e lá estávamos nós tomando muito vinho: branco, tinto e, claro, espumante. A degustação aqui está dentro do preço da visita, e as atendentes são muito simpáticas. Resultado: saímos felizes e levemente “borachos” em busca de comida, pois o almoço não estava incluído, muito menos planejado.

Lagarde

Uma excelente opção para quem estiver na mesma situação é atravessar a arborizada avenida e verificar se ainda há mesa disponível na bodega Lagarde, que fica quase em frente. Outro almoço delicinha, num ambiente charmoso e, principalmente, aquecido, pois o frio estava grande. Entrada: trio de sopas. Pratos principais: cordeiro com batata doce

ou massa com alho poró (são sempre duas opções). Depois de comer e beber como um rei, você pode ainda lagartear no solzinho do jardim, debaixo dos plátanos.Sem mais compromissos agendados, sobrou um tempinho para conhecer as lojinhas do centro da cidade no final da tarde. Nada que se compare a Buenos Aires, mas existem algumas opções interessantes de compras, com preços acessíveis.

Restaurante Francis Mallmann

O local escolhido para comemorar a noite dos Namorados foi o MARAVILHOSO restaurante do Francis Mallmann, o 1884  obrigada, meu Deus, por ter-nos feito parar lá (Belgrano, 1188). Sem dúvida alguma, esta foi a melhor refeição que fizemos em toda a viagem. Não é a toa que ele é O CARA! O restaurante fica a uns 15 minutos da cidade, dentro da vinícola Escorihuela. Ambiente sofisticado, porém descolado.

Pé direito altíssimo, cortinas enormes de um lado, tipo de teatro, e uma varanda envidraçada do outro, que permite assistir à arte da parrilla e do forno de barro do lado de fora. Um corte horizontal envidraçado na parede convida o cliente a conhecer a cozinha. E a iluminação, indireta e complementada por velas.
Bom, mas o melhor de tudo, óbvio, é o cardápio. Na entrada, fomos obrigados a pedir as famosas empanadas de carne do Mallmann, apimentadas, uma loucura! Meu prato estava divino: lomo (filé) com ratatouille preparado em forno de barro e finalizado com uma crosta de farelo de pão crocante.  Outro pedido interessante da mesa foi o carré de cordeiro.

E, pra finalizar, a conta, que é sempre um alívio em Mendoza. Em todos os restaurantes que comemos, o valor para duas pessoas nunca passou de R$ 140,00 (este preço era de 2009 – atualmente, com o câmbio desfavorável,  o preço dos pratos estão mais salgados, custam por volta de 40 dólares, sendo que com vinho e sobremesa deve custar uns 70/100 dólares por pessoa )

Passeio Cordilheira

No último dia, deixamos de lado o roteiro do vinho e nos dedicamos a conhecer a Cordilheira dos Andes. O passeio inicia cedo, pois dura o dia inteiro. A paisagem que nos acompanha do começo ao fim do trajeto é indescritível.A caminho da cordilheira 2

As montanhas vão mudando de cor, conforme a altitude, e aos poucos a neve vai aparecendo nos picos. Quem nunca esteve diante dessa cadeia montanhosa, deve conferir. Mas prepare-se pro frio, afinal você estará a cerca de 2.500 metros de altitude, no meio do nada, ou melhor, em meio ao vento. Depois de horas viajando pela estrada que leva ao Chile, uma parada especial para uma caminhada de 30 minutos rumo ao mirante do pico do Aconcágua – uma emoção à parte, já que ouvimos falar dele desde o colégio, nas aulas de geografia.

A sua imponência realmente impressiona!

Pico do aconcagua
Um aviso: as opções de almoço nesse percurso não são das melhores, portanto, é melhor preparar um lanche reforçado para viagem. Desavisados, nós quase ficamos numa roubada. Por sorte, encontramos uma lancheria que serviu uma torrada honesta de presunto cru, mas a essa altura já eram mais de quatro da tarde, estávamos morreeeendo de fome.

Jantar despedida

O jantar de encerramento foi no francês La Bourgogne (atualmente encontra-se fechado em Mendoza), filial do tradicional restaurante de Punta del Este no Uruguai. Muito requintado, mas, pro meu gosto, com uma decoração clássica demais. Tem quem goste… Minha escolha do cardápio foi uma Corvina com legumes e gengibre, bem gostosa, e, de sobremesa, uma inesquecível “degustación de dulce de leche”. De novo, vinho…. Para despedir-se da Argentina!!Antes de dormir, uma caminhadinha noturna pela cidade, especificamente, pela praça principal, onde fica o hotel Park Hyatt. Translumbrante! Não deixe de entrar para conhecer.


Domingo era o dia do retorno. Dez horas depois, estávamos de volta a Porto Alegre com a certeza de que a Argentina é um excelente destino, Mendoza, especialmente. Charmosa, com preços beeeeeem mais acessíveis do que Buenos Aires e muito mais próxima do que outros disputados destinos internacionais. Ah! E mais um diferencial: os garçons, os recepcionistas e os guias turísticos não têm aquela arrogância de alguns portenhos. É uma daquelas cidades que todo o gaúcho deveria conhecer!

Leia também:  nosso roteiro Mendoza 2017  entre Vinhos e Amigos!

 

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*** ONDE COMER
Restaurantes citados neste post: 
El 23 Gran Bar (Chile, 874), La Bourgogne, Azafrán, Zuccardi
Vinícolas (com ou sem restaurantes) citadas no post: Vinícola Escorihuela(rest. Francis M.),  bodega Lagardevinícola Luigi Bosca, Vinícola Zuccardi, Vinícola Ruttini, Vinícola Catena Zapata

 

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ONDE FICAR EM MENDOZA: 10 dicas de hotéis no centro e nos vinhedos

QUEM LEVA : dica de transporte e guia para passeios vinícolas Mendoza

ONDE COMER EM MENDOZA: dicas de restaurantes, vinícolas e cafes 

ROTEIRO MENDOZA ENTRE AMIGOS : nosso roteiro completo de vinícolas, restaurantes, passeios e hotel

ROTEIRO MENDOZA A DOIS – roteiro feito no inverno

VINÍCOLAS: 

BODEGA NORTON – a experiência de enólogo por um dia

BODEGA EL ENEMIGO – almoço harmonizado imperdível em Mendoza na casa de Alejandro Vigil

BODEGA LA AZUL – almoço harmonizado neste lugar apaixonante no Valle de Uco

CATENA ZAPATA – visita e degustação vinícola do “pai” do Malbec argentino  

ACHAVAL FERRER visita e degustação top

 

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Alexandra Aranovich
Alexandra Aranovich
A autora dos textos e fotos do blog é publicitária e faminta por viagens e experiências gastronômicas. Além do Café Viagem, é colunista do Caderno Vida do jornal Zero Hora, autora do Guia Essencial Gramado e Canela da Pulp e do blog Destemperadinhos. Mora em Porto Alegre, mas vive por aí com o coração no mundo, sonhando com o próximo destino.
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  1. Anonymous10/03/2011 - 13:21
  2. DEBORA24/06/2013 - 13:37

    AMEI O CAFÉ VIAGEM, ADOOORO VIAJAR, E TROCAR ESSAS EXPRIENCIAS É FANTASTICO! ESTOU ME ORGANIZANDO PARA IR A MENDOZA E ATRAVESSAR A CORDILHEIRA PARA SANTIAGO DEPOIS, E ADOREI AS DICAS…

  3. Vania Teixeira30/04/2014 - 11:01

    Ale, eu e meu marido estamos nos organizando para um viagem em Agosto para Mendoza. A nossa terá um pouco mais de aventura, já que decidimos ir de carro. Ao pesquisar blogs que falavam sobre a cidade me deparei com este post onde a Jo foi a protagonista. Adorei!!
    Excelentes dicas. Já estou amando ainda mais a escolha da viagem. Beijos

    • Alexandra Aranovich03/05/2014 - 19:37

      Oi Vania!!!
      Que delícia de viagem. Que bom te ver por aqui. Depois conta. Fiquei curiosa pra saber como é a viagem de carro.
      Beijos grandes
      Alexandra

  4. Carlos23/05/2014 - 20:22

    Boa noite
    Maravilhoso seu blog!!!
    Estou aqui sonhando com Mendoza, não vejo a hora de chegar lá!!!
    Gostaria de saber se você contratou os passeios no hotel ou em outro lugar?
    Poderia me dar a dica?

    Sucesso!!!

    Carlos

    • Alexandra Aranovich24/05/2014 - 19:17

      Oi Carlos

      Quem escreveu o texto deste post foi minha prima. Acho que ela contratou direto por lá, com indicações do hotel e de amigos. Deve ser tranquilo. Boa viagem e bons vinhos!
      Abraços
      Alexandra
      http://www.cafeviagem.com

  5. Gustavo20/06/2014 - 11:09

    Ola obrigado pelas dicas vou viajar com um grupo de amigos agora em julho!
    Gostaria de saber se a cidade eh tranquila anoite podemos andar apê? sem problemas de ser assaltados? E sobre valores de restaurantes?!Aconcagua?!
    Obrigado

  6. Flávia Madureira23/06/2014 - 14:30

    Olá!! Estou planejando ir pra Mendoza no final de Julho. Amei as dicas que li aqui. Só me preocupei se em Julho é uma boa época pra ir. Teriam essa informação? Abraços!!!!!

    • Alexandra Aranovich24/06/2014 - 15:34

      Oi Flávia

      Desculpa, mas não sei informar. Mas acredito que é uma boa época sim para visitar. Frio, mas gostoso.
      Beijos e boa viagem
      Alexandra

  7. RAQUEL12/09/2014 - 11:59

    Adorei!!!
    Estou indo para Mendoza em outubro e vou aproveitar as dicas!

  8. Carol Costa24/11/2014 - 01:52

    Que excelente matéria! Parabéns! Me fez recordar a minha viagem a Mendoza. Eu estou tentando aprender sobre vinhos e lá tive uma experiência inesquecível. Quando fui eu já tinha algumas vinícolas em mente..Catena, Pulenta…enfim, as mais conhecidas, mas por indicação da agencia de turismo também conheci algumas vinícolas que ainda não exportam vinhos para Brasil e amei. Como sou estudante de sommelier pedi para a agencia agendar visitas mais técnicas e pude desfrutar de experiências mais intensas com degustações em mãos de enólogos e dos donos das vinícolas. Como era a primeira vez, eu não preferi arriscar e fui nas bodegas com uma agencia de turismo especializada. Se me permitem fazer uma sugestão para quem ainda não foi, eu recomendo a empresa de turismo Mendoza Holidays (www.mendozaholidays.com), planejei a minha viagem por Skype com a Andréa, que é brasileira e assessora em vinhos e que me atendeu e também me acompanhou. Quero voltar e conhecer as vinícolas que por falta de tempo não pude ir. Boa viagem a todos! Carol

  9. Renato02/12/2014 - 16:57

    Parabéns pelo relato, ficou muito bom e vai me ajudar bastante na programação da minha viagem que será em janeiro. Para tomar vinhos em São Paulo recomendo o Bardega, um wine bar com 110 opções de rótulos no sistema self service. Saudações.

  10. Leonardo21/04/2015 - 15:35

    Muito bacana seu post!
    Mendoza é nossa cidade preferida na Argentina. Agora que a Gol vai fazer um voo direto saindo de São Paulo vai facilitar ainda mais as coisas.
    Em nossa primeira viagem, eu e minha esposa combinamos Buenos Aires com Mendoza, voando pela Aerolineas Argentinas.
    Em nossa segunda viagem, combinando Mendoza com Córdoba e região, fomos de carro.
    As estradas que ligam as cidades são bem conservadas em uma região desabitada da Argentina.
    Destino ainda desconhecido pela maioria dos brasileiros, as Serras que circundam Córdoba são sensacionais, com paisagens belíssimas, sem contar as cidades de colonização alemã, como Villa General Belgrano.
    Encontrei poucas informações em blogs, portanto fomos na cara e na coragem. Posso dizer que a viagem valeu muito a pena!
    Detalhei tudo em diversos posts, mas a viagem entre as duas cidades está no link abaixo, caso possa interessar.
    https://comidaparaviagem.wordpress.com/2015/01/18/de-cordoba-a-mendoza/
    Obrigado!

  11. Ivana12/08/2015 - 20:42

    Adorei o post!! Vou a Mendoza dia 25/08 e queremos muito ir jantar no restaurante do Francis Mallmann. Como vcs foram até lá? De táxi? E na volta é fácil táxi ou tem que deixar um combinado? Obrigada belas dicas!!!

  12. Sergio16/09/2015 - 20:22

    Muito legal o seu post!
    Você tem indicação de um guia com carro para fazer os tours?
    Grato
    Sergio

  13. danielli26/11/2015 - 19:32

    é valido alugar carro para fazer os passeios para as viniculas? ou deve-se contratar um remis/agencia para os passeios? adorei opost!

  14. Maria Elena Barbosa21/07/2016 - 21:50

    Olá, Alê!
    Gostei muito do seu site! Estou indo a Mendoza com meu marido agora em Julho, e gostaria de saber
    Se é necessário reservar passeios nas vinícolas com antecedência ou na recepção do hotel , teremos facilidade!
    Abraços, Maria Elena

  15. Luciana Figueiredo25/07/2016 - 18:20

    Oi Alê! Amei o post e o blog todo!
    Estou indo para Mendoza em agosto e estou em busca de empresas para fazer passeios para vinícolas lá.
    Você considera que é necessário mesmo agendar com antecedência, como falam?
    Você tem empresas de passeio para indicar?
    Super obrigada!!!
    Abraços!!!

  16. Regiane26/07/2016 - 18:43

    Oi, tudo bem? Você poderia me indicar uma empresa ou transfer para me levar nas vinícolas? Obrigada!